Apologética belicosa

Os antigos, quando defendiam a doutrina, estavam protegendo mais que idéias, mas concepções civilizacionais e uma sociedade constituída. O ardor e belicosidade, naqueles casos, era bastante compreensível.

Hoje, porém, o apologeta intransigente é apenas um bocó, protegendo somente a si mesmo e seu direito de emitir opinião. Deus, Cristo, Maria e os santos não pediram e não precisam da defesa de ninguém. Portanto, pretender fazer isso não passa de arrogância.

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Aprendendo a olhar para o passado

Não tenho nada contra quem pensa em construir algo, em colaborar para o que acha ser um mundo melhor. E apesar de desconfiar que quem queira melhorar o mundo sempre acaba piorando-o, é até aceitável a pessoa acreditar que mudanças precisam ser feitas, afinal, o mundo não é perfeito.

O problema é que esses visionários, normalmente, não se contentam em colaborar para o aperfeiçoamento das coisas, mas querem mudar tudo, impondo sobre os outros aquilo que acreditam ser o melhor para a humanidade.

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Revelação e experiência

Uma grande dificuldade para religiosos que têm em alguma escritura sagrada seu norte é olhar a realidade de maneira singela. Não raro, sua percepção é afetada pela superposição do que está escrito, tornando sua relação com a coisa vista indireta, ao menos no nível da cognição.

Em princípio, isso ocorre até como uma forma de proteger-se de si mesmo. Desconfiado da própria capacidade de ver o mundo de maneira correta, certo de que suas percepções estão afetadas pelo pecado ou alguma degeneração estrutural de sua natureza, o religioso se refugia nas letras reveladas como única fonte segura para sua interpretação da verdade.

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Uma reclamação islâmica acintosa

Representantes da comunidade islâmica, no Brasil, expressaram sua preocupação com o que eles entendem ser um aumento da discriminação contra muçulmanos, no país, principalmente por causa do medo de atentados terroristas. Em princípio, eu poderia até considerar justa tal preocupação, considerando que em nações livres, não deve haver discriminações de nenhum tipo. No entanto, no mínimo, a manifestação dessa liderança se torna hipócrita quando ela simplesmente se cala em relação à maneira como representantes de outras religiões são tratados nos países de maioria muçulmana.

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O aborto e a memória intra-uterina

Há muitos argumentos contrários ao aborto. De razões religiosas, éticas e espirituais, até argumentos científicos, são vários os motivos para não se praticar a interrupção da gravidez. Sem contar o óbvio: a proibição da lei.

E em meio ao debate sobre o tema, muito se discute se o feto já pode ser considerado um tipo de vida, ou mesmo uma vida plena, ou se é apenas um amontoado de células, que não possui, ainda, as características necessárias para ser considerado um ser humano completo.

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Eles só querem direitos

Militantes, em sua maioria, sequer percebem que o são. Defendem a ideologia por mero senso comum. Apenas repetem aquilo que lhes parece mais acertado, e o certo, que já lhes foi inculcado, são aquelas idéias politicamente corretas que permeiam o imaginário de todos eles. Suas expressões e ações são tão automatizadas que sequer percebem a incoerência do que dizem, ainda que o conflito ocorra em uma frase em sequência da outra.

Este foi o caso de uma moça, que se diz rapper, de codinome Preta Rara, mas que foi por algum tempo empregada doméstica. Hoje, ela faz campanha nas redes sociais, dizendo defender a classe a qual pertencia. Só que, em um programa matinal de televisão, mostrou que o mais importante para ela não é bem defender algo coerente, mas apenas fazer militância cega e burra.

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Pusilanimidade ocidental e o terror islâmico

Um padre, de 84 anos, fora degolado por islâmicos, dentro de uma igreja católica, localizada nas proximidades de Rouen, na França. O ataque foi reivindicado pelo grupo Estado Islâmico que informou que o ato fora impetrado por “soldados” pertencentes a ele. Na ação, além do padre, a quem obrigaram a ajoelhar diante do altar, filmando sua degola, os terroristas ainda feriram gravemente mais duas pessoas.

O Vaticano, diante do ocorrido, lançou uma nota afirmando que o Papa condena “da forma mais radical toda forma de ódio e reza pelas pessoas atingidas“. Será isso mesmo que se espera do líder máximo do catolicismo?

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A vitória sobre o mundo

É impraticável tentar manter-se concentrado nos assuntos superiores quando se tem tantas preocupações menores povoando a mente. As dívidas, a saúde, a segurança e outros problemas cotidianos, muitas vezes, assumem uma dimensão tão grande, que na cabeça não sobra espaço para praticamente mais nada, senão essas inquietudes. O mundo e seus arremedos acabam absorvendo a pessoa a ponto dela não mais ver-se a si mesma a não ser como alguém que tem nós a desatar na vida.

Tanto desassossego faz com que ela já não consiga mais acessar sua própria alma, perdendo assim contato consigo mesma. Os problemas cotidianos absorvem-na, tomando dela tudo – sua atenção, seu cuidado, seu esforço. Isto é o mesmo que dizer que ela já não vive mais em si, mas confunde-se com o mundo. Seu eu dissolve-se para ser engolido pelas vicissitudes da vida.

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O ataque cirúrgico do Escola sem Partido

Só de observar as reações de boa parte dos pedagogos brasileiros diante do projeto de lei, denominado Escola sem Partido, é possível afirmar que algo de acertado existe nessa proposta. Na verdade, o seu idealizador, o dr. Miguel Nagib, foi cirúrgico, acertando em cheio a artéria principal do projeto de dominação cultural conduzido pelos esquerdistas, já há algumas décadas.

A doutrinação de crianças, influenciada diretamente pelas propostas do patrono da pedagogia brasileira, Paulo Freire, que enxergava-as como pequenos militantes esperando ser lapidados para a luta política, que ele espertamente chamava de cidadania, é há muito tempo a arma principal para o alcance desse domínio cultural. Assim, o Escola sem Partido, ao propor a proibição do discuso militante por parte dos professores, retira esse instrumento de suas mãos, atrapalhando-os imensamente em seus intentos.

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Como discutir com um militante

Em certos debates, a pior estratégia pode ser querer provar a própria tese. Isso porque, dependendo do adversário, fazer isso será o mesmo que argumentar para uma porta. Há certas pessoas, principalmente aquelas que estão comprometidas com uma ideologia qualquer, que não estão abertas às razões apresentadas, mas somente se posicionam com a intenção objetiva de impor as crenças que carrega.

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