A linguagem como arma revolucionária

Os revolucionários lançaram mão de diversas armas. Impuseram sua força de diversos modos. No entanto, nenhuma delas foi mais útil, exerceu maior poder e fortaleceu tanto sua hegemonia como a linguagem. Por ela, não apenas expuseram seus intentos, mas, principalmente, desviaram a atenção, enganaram, fraudaram e mentiram. Por isso, para desmascará-los, o primeiro ataque que deve ser feito é contra sua retórica. E isso faz-se demonstrando que o que dizem não se coaduna com a realidade, que seus discursos possuem objetivos bem diversos do que aparentam e que as palavras que escolhem são cuidadosamente selecionadas para esconder suas reais intenções. Fazendo isso, não há CNBB, OAB, TMI, TL, PT ou PSDB que resistam.

1 resposta a “A linguagem como arma revolucionária”

  1. Flávio.

    Você é o cara. Todo pastor evangélico brasileiro deveria ter escutar. Na verdade, todo evangélico comum deveria também.

    Conservador Político, crente “fundamentalista”, zelador da ortodoxia, bom entendedor da sociedade (praticamente um sociólogo), muito culto, defensor da vida, pesadelo dos apologistas das drogas, conservador em termos morais.

    Cadê as lideranças evangélicas que estão desprezando este talento? Só sabem correr atrás da indústria gospel $$$? Não sabem a oportunidade que estão perdendo! Esse rapaz é o teólogo protestante brasileiro da nossa geração.

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