A posição dúbia dos modernistas ante o terrorismo

piano-e-terrorismoAtaques terroristas como o ocorrido em Paris, há alguns meses, ou como o de Orlando, agora, acontecem porque a sociedade laicista prefere fechar os olhos para a realidade da violência islâmica, tudo por causa de seu comprometimento com o multiculturalismo e com a oposição aos princípios judaico-cristãos.

É interessante como, quando começam as pessoas a criticar o Islã, por seus preceitos que autorizam os atos de violência, os primeiros a se manifestar contra uma eventual islamofobia não são religiosos, mas exatamente os laicistas, relativistas e modernistas em geral.

Isso pode parecer loucura, mas tem um sentido por detrás dessa aparente insanidade. O que leva pessoas que desprezam a religião a defender a religião mais violenta que existe só pode ser explicada por seu ódio a um inimigo comum.

É que o mundo moderno e as instituições e grupos que o representam, desde seu nascimento, possuem uma agenda muito clara, que é a de destruir o cristianismo e extinguir sua influência. É assim desde a Revolução Francesa e, nos movimentos posteriores, esse intento apenas se intensificou.

Esse objetivo permanece no imaginário do homem moderno, que acredita que o mundo apenas vai se tornar melhor, quando a cultura judaico-cristã for esquecida de vez, mesmo que eles não saibam bem o que pretendem colocar em seu lugar.

Por isso, neste momento, apoiar o Islã é uma estratégia bem definida. Se há uma religião no mundo que pode rivalizar, por sua extensão e método, com o cristianismo, é o Islamismo. Assim, ao mesmo tempo que a sociedade moderna se horroriza com os atentatos terroristas, tenta minimizar a influência muçulmana sobre eles, se colocando em uma posição dúbia, para não ceder de vez, nem ao radicalismo islâmico, nem a verdade cristã.

O azar deles é que no final, se alcançarem seu intento de destruir toda e qualquer influência cristã sobre o mundo onde vivem, não será uma sociedade livre e tolerante que emergirá, mas uma civilização dominada por uma religião que não tem qualquer problema em ser cruel e violenta. E quando isso acontecer, ou os relativistas se convertem ou passarão ao fio da espada.

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