Como ficam minhas convicções neste ano novo

Em um início de ano, é muito normal que algumas pessoas avaliem seus pensamentos, suas convicções e até suas crenças. Como o marco do calendário acaba servindo como uma oportunidade de mudar as coisas, de recomeçar, acaba sendo um momento propício para alterar algumas formas de pensar, principalmente aquelas que podem estar atrapalhando o andamento da vida.

Fiz isso também e acabei chegando à conclusão que minhas convicções fundamentais permanecem inalteradas e não precisam ser modificadas em quase nada. Isso porque estou certo que elas refletem não apenas um momento de minha vida, mas são fruto de reflexões continuadas que me acompanham há muito tempo.

Portanto, entro em 2016 certo, antes de tudo, que minha defesa do cristianismo não é apenas uma proteção a uma fé particular. Isso seria diminuir o que eu faço. Estou, de fato, compartilhando aquilo que descobri por Verdade. Isso mesmo: com letra maiúscula. O cristianismo não é apenas uma religião entre outras, nem uma opção disponível, mas o desvelamento do sentido da existência. Além do que, é o fundamento de nossa civilização e o pressuposto necessário para a compreensão da realidade. Portanto, quando defendo-o, isso se dá por uma certeza racional, não por qualquer apego sentimental.

Também permaneço convicto que não há nada mais importante do que a compreensão da realidade, ainda que ela se apresente feia, suja e ameaçadora. Os ignorantes vivem, de certa maneira, em paz. Não sabendo o que as coisas são, acabam não preocupados com as verdades incômodas. É a bênção da estupidez. Eu, porém, não tenho mais essa escolha. Depois que se supera a barreira da alienação, não há mais retorno. E nem quero isso, aliás. É o que eu gosto de dizer: buscar a verdade é, de alguma forma, fácil. Difícil é aceitá-la quando ela se apresenta com todos seus defeitos. Prefiro o mal-estar da realidade desagradável do que a paz da ilusão.

E nisto se encontra a minha certeza ainda mais forte de que a ideologia, principalmente a esquerdista, em todas suas matizes, é o grande mal que assolou o mundo e continua a impingir sua malignidade por todo lado. Quanto mais eu leio e estudo, mais sei que, para o bem da humanidade, o esquerdismo precisaria ser extinto. Assim, não há qualquer tipo de composição possível. Esquerdismo é seita e seitas se caracterizam por não estarem abertas ao debate, mas, sim, pela imposição de suas crenças. E, para isso, são capazes de ir até às últimas consequências. Portanto, não aceito sequer debater com essas pessoas. Me contento em desmascará-las.

Diante dessa verdade, não há como não entrar neste ano sem ter a mais absoluta convicção de que estamos, no Brasil, sendo governados por um grupo de psicopatas, bandidos e fanáticos, sob a sigla de um partido denominado PT, que está nos conduzindo para o pior dos mundos e que se não for defenestrado do poder, transformará nossas vidas em um verdadeiro inferno. E, por causa disso, não esperem de mim qualquer tipo de tolerância com esse partido e seus defensores. Inclusive cristãos. Aliás, quem é cristão e defende o PT tem sangue de irmãos em suas mãos.

Por fim, quanto ao Islã, muita coisa ainda está em andamento e muitas pesquisas estão sendo feitas. O que posso dizer é que o caráter violento dele se confirma a cada dia. Também, fico cada vez mais convicto de que não há como tratá-lo como um religião de paz, de maneira alguma. E algo que está cada vez mais claro é que, mesmo para os grupos islâmicos mais moderados, Israel é um mal e não deve existir como nação. Seguirei, portanto, estudando, mas também expondo aquilo que tenho visto como o mal que essa religião tem trazido para o mundo.

Portanto, como vocês já viram, esses pontos serão expostos por mim da mesma forma como venho fazendo nos anos anteriores. Talvez até com mais incisividade do que foram tratados até aqui.

2 respostas a “Como ficam minhas convicções neste ano novo”

  1. ”Prefiro o mal-estar da realidade desagradável do que a paz da ilusão.” Top. É citação sua mesmo Fabio?

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