Entre a doença e a falência

Pouquíssimas empresas brasileiras possuem reservas financeiras, sequer capital de giro. Elas vivem do faturamento diário, muitas vezes dos ganhos dos dias específicos, dos dias com maior fluxo de pessoas. Sem isso, elas simplesmente não têm condições de pagar suas contas, menos ainda os salários de seus empregados.

Este é o problema que, na prática, não está sendo devidamente ponderado.

Na ânsia de conter a epidemia – que é séria – estão condenando o país à bancarrota.

O que talvez salve os brasileiros é o seu jeito todo peculiar de lidar com as crises, principalmente desobedecendo boa parte das determinações dadas pelas autoridades.

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