Ou ficar a pátria livre

Mais de dois milhões de homens e mulheres morreram na Batalha de Stalingrado. Talvez, para nós, seja um absurdo pensar em um número tão grande de vidas ceifadas em uma única batalha.

Mas eu quero que você pense um pouco: porque pessoas se dispõem a se sacrificar por uma nação, como os russos fizeram naquela luta? Ou por que Winston Churchill negou-se a aceitar a rendição de seu país, apoiado pelo seu povo, mesmo diante da ameaça mortal que estava diante dele?

O que moveu essas pessoas a permanecerem firmes, mesmo ante o inimigo homicida, era a certeza que nenhum esforço era em vão para impedir tornar sua nação vassala de outra.

Esta parece uma noção antiquada às percepções globalizadas das gerações atuais, mas a defesa de sua pátria é um valor inalienável, que todos nós deveríamos preservar.

E o que isso tem a ver com nosso momento atual, diante dessa pandemia?

As pessoas ainda não se deram conta que o resultado de tudo o que estamos fazendo. Elas acham que vamos ficar inativos durante três, quatro meses – se não mais – e depois tudo voltará a ser como antes.

Não! Não voltará!

Os países ocidentais sairão completamente destruídos, empobrecidos, humilhados, desmoralizados. Seremos nações em cacos. Países como o Brasil, que já sofrem com a luta contra a pobreza interna, se tornarão miseráveis.

Restará para nós apenas uma opção: aceitar a ajuda exatamente daqueles que foram os responsáveis por tudo o que está acontecendo: a ONU e a China.

Nos tornaremos vassalos dos chineses. Perderemos nossa soberania. Seremos uma mera colônia, servindo aos interesses e ditames dos Globalistas e do Partido Comunista.

E por que lembrei da batalha de Stalingrado?

Pergunte para qualquer idoso deste país se ele prefere correr o risco de morrer ou prefere ficar protegido, ainda que isso signifique o fim do país que ele vive e a certeza se deixar uma herança de servidão para seus netos (e olhe que estou sendo exagerado, pois os números nem de longe equivaleriam aos da guerra).

De qualquer forma, de todos os velhinhos que eu conheço, tenho certeza que nenhum deles escolheria a primeira opção. Eles sabem que a segurança deles não vale a desgraça de seus filhos.

As pessoas podem não estar vendo isso e achar que o que eu estou dizendo é mera especulação. Mas o futuro que espreita é claro demais para ser ignorado.

No entanto, as novas gerações sequer entendem o que significa o trecho de nosso hino, quando diz “ou ficar a pátria livre ou morrer pelo Brasil”. Para elas, não passa de uma expressão bonita, de uma canção que elas lembram ter ouvido em algum lugar, mas que não fazem a menor ideia qual é.


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