Pelo fim do monopólio universitário

É do conhecimento geral que as universidades brasileiras se tornaram um antro de agentes de ideologização. Frequentar uma faculdade pode ser uma experiência degradante para qualquer jovem. O fato é que o pouco que se aprende por lá não compensa o mal que afeta a cabeça dos alunos. Apesar disso, a universidade brasileira mantém sua força de influência social, mas isso não provém do conteúdo que nela é ensinado e sim por ela continuar sendo a única certificadora, por meio de seus diplomas, para o exercício profissional. Médicos, advogados, psicólogos e engenheiros, por exemplo, só podem trabalhar em suas respectivas áreas se forem formados em suas respectivas faculdades. Além disso, o próprio mercado aprendeu a exigir o diploma universitário para contratar seus empregados. Continue lendo