Há quem se envergonhe de sentir medo; também há quem acredite que seus desejos são intrinsecamente impuros. Sentem como se esses sentimentos fossem essencialmente maus; como se o mero fato de senti-los representasse fraqueza e pecado. Sofrem, então, com a ininterrupta acusação interna, que afirma que possuir esses sentimentos é condenável. Vivem com um algoz estabelecido ao lado de suas…
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