Como defino a Nova Ordem Mundial

O que está ocorrendo na sociedade não é obra do destino, nem fruto da evolução social espontânea

É muito comum, quando alguém fala algo sobre uma Nova Ordem Mundial, as pessoas logo tacharem tal matéria como aquelas relativas às teorias da conspiração. Não que realmente não haja uma conspiração – ela está comprovada por muitos documentos e fatos, mas, na imaginação das pessoas, o termo significa menos algo realmente existente e, sim, uma ficção montada apenas para assustar as pessoas. Por isso, é bom deixar claro o que eu entendo por Nova Ordem Mundial.

Alguns estudiosos denominam assim o período que se inicia com a queda da União Soviética, quando, por conta do evidente fim da Guerra Fria, necessário foi que os países se reorganizassem, buscassem novos aliados, determinassem qual modelo econômico seguiriam e estabelecessem qual seria a forma de governo de cada um.

Ainda nesse sentido, esses mesmos estudiosos vêem como característica principal desse novo momento mundial a tendência para a globalização. Assim, uma Nova Ordem Mundial seria meramente um novo momento da história, quando novos desafios se apresentam, mas também novas oportunidades.

Os que vêem esse período dessa maneira, dificilmente conseguem enxergar algo além do que circunstâncias quase espontâneas que conduziram o mundo para isso. Para eles, a Nova Ordem Mundial é o resultado de um conjunção de fatores que acabaram conduzindo o mundo para um momento único.

No entanto, quando eu, como muitos outros estudiosos do assunto, falo sobre Nova Ordem Mundial, apesar de não negar essas características apontadas acima, estou me referindo a mais do que um simples produto do desenrolar histórico, mas, principalmente, o resultado de um planejamento social que se iniciou há mais de um século e que responde às pretensões imperialistas de um grupo restrito de famílias, líderes e governantes do mundo inteiro.

O que está ocorrendo na sociedade não é obra do destino, nem fruto da evolução social espontânea. O que vivemos é o resultado de um meticuloso planejamento que, alicerçado sobre conhecimentos empíricos relativos ao controle de pessoas, tem conseguido conduzir a população do mundo na direção exata do plano estabelecido.

É certo que nem tudo acaba ocorrendo como planejado. Apesar de tudo, eles estão lidando com pessoas, com fatores psicológicos que não são facilmente manipuláveis e com outros poderes que nem sempre trabalham em favor de seus sonhos imperialistas. No entanto, é possível dizer que, quando analisada a decorrência das coisas em plano geral, o projeto de engenharia social tem obtido resultados cirúrgicos e o que foge desse controle não chega mesmo a afetar o objetivo maior proposto.

O mundo que começamos a viver tem dono e nós, que insistimos em não se adaptar a ele, não somos bem-vindos.

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