Erros nos estudos sobre a NOM

nova-ordem-mundial-2O maior erro nos estudos sobre a Nova Ordem Mundial é tentar identificar nela um objetivo único, financiadores únicos, estratégias únicas e métodos únicos. O que torna a NOM tão poderosa e perigosa é exatamente seu caráter multifacetado e sua expressão camaleônica. Lyndon la Rouche, provavelmente por outros motivos também, cometeu esse erro e muitos estudiosos do assunto que eu conheço o cometem também. Até por ser algo que está acontecendo, todo esmero é pouco ao interpretar os fatos e apontar os culpados. Também, toda conclusão é provisória. Há coisas que só o tempo mostrará em toda sua claridade.

Como estudar a Nova Ordem Mundial

Nova Ordem MundialOs militares brasileiros e pessoas ligadas à inteligência estratégica costumam entender que a Nova Ordem Mundial propriamente dita inicia-se com a dissolução da União Soviética, por volta de 1992. Para eles, uma Nova Ordem Mundial nada mais é do que o rearranjo geopolítico global após o fim da guerra fria.

Outros estudiosos independentes, principalmente aqueles com alguma consciência religiosa, possuem uma visão mais ampla sobre o fenômeno, pois enxergam a Nova Ordem Mundial como um projeto que vem sendo delineado, pelo menos, desde os século XIX, por grandes fortunas e autoridades do mundo inteiro. Continuar lendo

Quem nega a manipulação?

ManipulaçãoA despeito de todas as evidências, basta alguém afirmar que o mundo de hoje está tomado por manipulações e ações invisíveis que logo é taxado de adepto de teorias da conspiração. As pessoas não se sentem à vontade com aqueles que trazem à tona realidades inconvenientes e que, sabidamente, estão além da capacidade do cidadão comum de controlá-las. Este é um mecanismo de defesa até compreensível, mas que não justifica a ausência de bom senso.

Negar que haja manipulação na sociedade atual é mais difícil do que aceitar tal fato. Basta pensar que as técnicas manipulatórias estão sendo desenvolvidas há quase um século e que seria de uma ingenuidade infantil acreditar que a posse desse conhecimento não seria usada em favor dos poderosos. Continuar lendo

Imagine o mundo de Imagine

Entre as diversas músicas que louvam o mundo moderno, Imagine, de John Lennon, pode ser considerada um hino. Tanto que, quando querem celebrá-lo, sempre aparece alguém interpretando essa canção. E a comoção é evidente. Ao ouvi-la, as pessoas sentem-se imbuídas daquele sentimento nobre, que torna-as mais fraternas e tolerantes.

Os dois acordes iniciais, reconhecidos de imediato por uma geração embevecida na utopia do mundo perfeito, pacífico e harmonioso, soam como a esperança que não morre, de um dia não ver mais cenas de horror, como acontecidas nos atos de terrorismo, empreendidos contra uma Paris boêmia e mundana.

O que as pessoas, anestesiadas pela vontade de viver em um mundo onde possam desfrutar, sem serem incomodadas, de seus prazeres carnais, não vêem é que seu sonho é impossível. O que elas não querem entender é que a realidade é bem mais cruel e violenta e não são suas declarações de paz e suas músicas de amor que irão transformá-la.

Ainda mais canções como esta do ex-Beatle, que, o que não percebem os cidadão civilizados, contém, não a solução para o mundo em guerra, mas a fórmula para torná-lo inviável para a paz. Ao cantarolar sua letra, o esperançoso, ao invés de apresentar a cura, expõe a doença ocidental. É exatamente a crença na proposta de Lennon que está destruindo o nosso mundo. É a ideia que está contida em sua canção que está fragilizando o Ocidente. Ainda assim, ela continua sendo o hino dos estúpidos, dos idiotas que acham que podem alcançar a paz com bandeiras brancas e a liberdade com romantismo.

E o problema Ocidental se encontra, exatamente, em seu secularismo. Quanto mais ele nega seus fundamentos, que é essencialmente religioso, mais ele se afunda em uma vida sem sentido, preocupada somente com o agora, e, por isso, incapaz de lidar com os problemas que fogem de seu raio de compreensão. Negam o transcendente e, assim, não entendem mais nada. E o que Lennon faz é exatamente conclamar seus ouvintes a negarem qualquer esperança redentora, qualquer realidade superior. Nisto, ele, pensando estar salvando a humanidade, chafurda-a mais em seu próprio lamaçal, lançando-a mais fundo em seu abismo.

Seu erro está, essencialmente, no fato de não compreender a essência religiosa do ser humano. Não entende que a abolição da religião não fará nascer, como ele anseia, uma sociedade plenamente secular. Na verdade, ele ignora que o vazio religioso será imediatamente preenchido por alguma crença, seja ela qual for. Não é à toa que este mundo secularista, promovido por Imagine, não tem se tornado mais ateístico, mas, sim, mais místico, mais supersticioso. Não é o ateísmo que mais cresce, mas o ocultismo, o esoterismo e, obviamente, religiões como o islamismo. Quando a canção propõe esquecer as religiões, tendo, como alvo, obviamente, o cristianismo, ela promove não seu fim, mas sua substituição. E o que vem para o lugar dele é muito pior do que qualquer agnóstico sequer poderia imaginar. Querem a paz secular, terão a guerra das religiões violentas; querem a liberdade de pensamento, terão a imposição da fé à espada. Querem extinguir o cristianismo, que lhes permitiu serem ateus, e receberão o islamismo, que os forçarão voltar-se à Meca, cinco vezes por dia.

Na verdade, esses secularistas são incrivelmente cegos para a realidade que os cerca. Eles gritam por liberdade, mas promovem a escravidão, conclamam a paz, facilitando a guerra. É assim quando Lennon propõe, também, um mundo sem fronteiras, onde não existem mais países. De forma inocente, ele crê que isso, junto com o fim das religiões, trará a paz. O que ele não percebe, é que um mundo sem nações não significa um mundo sem governo. E se não há mais uma diversidade de poderes, haverá ao menos um grande poder. Portanto, o que está sendo promovido na canção é, nada menos, que um Governo Mundial.

E esta autoridade planetária só pode existir sendo o supra-sumo ditatorial. Apenas o totalitarismo é capaz de gerir o mundo inteiro. E seria uma ditadura plena, inescapável, senão pela morte. Haveria um único governo, determinando tudo o que desejasse, proibindo tudo o que quisesse, dentro de seus limites inexpugnáveis, que envolvem o globo inteiro. Imagine, portanto, ainda que sonhe com a paz, o que faz é conclamar à mais absoluta tirania. E as pessoas cantam alegremente essa bobagem, como se fossem os porta-vozes da liberdade, quando são apenas os megafones da escravidão.

Mas o delírio do homem contemporâneo não tem limites, especialmente porque ele insiste em ignorar a realidade, vivendo, muitas vezes, regado a boas doses de ácido, apenas em suas próprias fantasias. É assim quando ouvimos Lennon imaginando um mundo sem posses, o que ele acha que exterminaria a ganância e a fome. Sabemos, muito bem, que quem prometeu acabar com as posses, distribuiu a miséria, expropriando aquelas mesmas posses em favor de sua elite. Lennon sabia disso, mas preferia viver em sua fantasia. Ele só não saberia explicar como fazer para alimentar tanta gente, sem as grandes fábricas capitalistas, sem o lucro que as move. Talvez ele pensasse no mundo todo divididinho em pequenas propriedades, onde cada um plantaria sua alface, seu tomate e sua batata e viveria feliz, do escambo das verduras, na alegria de passar o dia inteiro entre as hortas, sem o luxo e o conforto dispensáveis, dos quais, aliás, Lennon fez uso abundantemente.

Mas o ex-Beatle insiste que tudo isso não é uma ilusão, não. Ele deixa claro que não é apenas um sonhador. Mas isso não é difícil de entender. Os loucos jamais se acham loucos. Eles realmente crêem que o que dizem é a mais absoluta verdade, que seus planos são perfeitamente exequíveis. Ainda que a realidade mostre, com todas as evidências possíveis, que estão errados, não abrem mão de suas razões. E como loucura e talento não são incompatíveis, muitas vezes homens como ele conseguem entregar suas insanidades em vestes bem bonitas, como é o caso dessa sua canção.

Só que Lennon era louco, apenas isso. E sua insanidade ficou evidentemente impressa nessa música, que fala de uma utopia, que nem seria tão perigosa se se mantivesse como uma impossibilidade consciente. Ocorre que os loucos não reconhecem impossibilidades, e pregam seus delírios como se fossem a proposta mais trivial. Mas tudo isso ainda não seria perigoso se fosse a doença de um artista, apenas. O problema é que, como um vírus, essa enfermidade se espalhou pelo Ocidente, causando delírios coletivos, tornando uma parcela da população insana o suficiente para acreditar que há alguma possibilidade na proposta estampada em sua letra.

Portanto, para não se contaminar, proponho eu: imagine-se vivendo no mundo de Imagine. Como diria o próprio cantor: isso não é tão difícil de fazer. Mas você precisa, se quiser ver a verdade, se libertar da mentalidade doentia que tomou conta do músico inglês, e, com a consciência da realidade, verificar que sua proposta não é capaz de conduzir ninguém a um lugar de paz e harmonia, mas, pelo contrário, escancararia as portas para a implantação da mais abjeta opressão, da mais sufocante tirania e do mais sanguinário terror.

Os psicólogos negam, mas a Psicologia é a grande arma da Nova Ordem Mundial

Psicólogos, quando me ouvem falando isso, costumam ter chiliques incontroláveis. No entanto é a mais pura verdade. A Psicologia foi a maior arma que os pretensos dominadores do mundo obtiveram para alcançar os seus intentos. Principalmente, quando ela deixou sua pretensão científica original, com Wundt, e atravessou o Oceano, da Europa para a América, e começou a desenvolver-se de uma maneira mais pragmática. Já não importavam mais os conteúdos da consciência, mas os resultados. E os aportes financeiros dados para os institutos de pesquisa foram imensos. E qual foi o objetivo? Exatamente descobrir como as pessoas reagem quando expostas a determinadas situações. Os resultados foram impressionantes e os bancos de dados foram se enchendo. Em princípio, tudo era feito no plano individual, mas, para começarem a criar métodos para provocar reações em massa foi um desenvolvimento óbvio. E os macacos de laboratório estão aí, disponíveis, aos montes, sentados em seus sofás, com controle remoto da tv nas mãos, os olhos grudados na tela e o cérebro entorpecido.

A manipulação já é descarada. Só não vê quem não quer

Tem gente que não acredita em manipulação social. No entanto, os documentos que a provam são tão abundantes, a existência dos institutos de estudo são tão conhecidos e o que observamos é tão evidente, que apenas alguém muito apartado da realidade pode negar o que está ocorrendo. Na verdade, o mundo entrou em uma coalisão de elementos, a saber, o desenvolvimento de técnicas psicológicas, o desenvolvimento de tecnologias, a massificação da sociedade e o interesse de bilionários globalistas, que tornou essa manipulação plenamente possível. E o pior é que a coisa está ficando tão descarada, que nem sutileza se exige mais dos manipuladores. Estão fazendo engenharia social na nossa cara e a maioria de nós nem percebe.

Mudanças sociais rápidas. Estamos sendo manipulados.

Vocês já repararam como algumas mudanças na mentalidade da sociedade estão ocorrendo de uma maneira rápida demais? O que, há pouco tempo, era tido por impensável, tornou-se discutível e logo aceitável. Isso, de qualquer maneira, não ocorre, nessa velocidade, de uma maneira natural. É evidente que há alguma manipulação por detrás disso. As mudanças sociais significativas deveriam demorar décadas, até séculos, e acontecerem de forma progressiva e quase imperceptível. Normalmente, elas ocorrem com as mudanças de gerações e, mesmo assim, bem sutilmente. Mas hoje, não! Uma mesma geração está experimentando alterações tão profundas em seu modo de pensar que, obviamente, não é natural. Estamos sendo manipulados. Só não vê quem não quer.

A engenharia mental é a arma do nosso tempo

O homem moderno se vê distante da própria realidade que ele vive, sente e vê. As formas de pensar do nosso tempo estão lançando ele para dentro de seu próprio pensamento, fazendo com que ele acredite que apenas ali existe uma verdade, uma realidade propriamente dita. Não é à toa que o que mais vemos por aí é a negação do óbvio, a insistência em afirmar que aquilo que é evidente não é bem da forma como todo o mundo enxerga que é. Uma sociedade composta por pessoas assim acaba sendo um vasto laboratório disponível para todo tipo de experiência de engenharia mental. Se cada um acredita, principalmente, naquilo que está dentro de sua própria cachola e não no que está diante de seu nariz, para quê perder tempo tentando mudar a realidade, é muito mais eficaz mudar as cabeças. Ora, para quem quer dominar o mundo, o melhor caminho deixou de ser a imposição bélica, a demonstração de força física. Ficou muito claro que o negócio mesmo é mudar as mentes. E a vantagem é que como as pessoas estão acreditando apenas naquilo que está dentro delas, toda manipulação que sofrerem será imperceptível. E é isso que estão fazendo há décadas.

 

A ação invisível dos globalistas


A Nova Ordem Mundial, que é um movimento patrocinado e conduzido por uma elite financeira global, não é apenas um programa que visa implantar um governo planetário. É, de fato, uma ideologia. Não é apenas a tentativa de manter o poder nas mãos de um grupo restrito de pessoas, mas transformar o mundo segundo suas próprias concepções.

Para alcançar seus objetivos, porém, é necessário que trabalhem sobre a mentalidade das pessoas. Isso porque, se não for assim, a imposição de um mundo novo seria muito traumática e sanguinolenta. Não é isso que eles querem. Para os senhores globalistas, não há muito problema em causar genocídios em algum lugar distante dos grandes centros europeus e americanos, mas dentro destes é muito melhor usar métodos mais sutis e, provavelmente, mais eficientes.

Não que eles tenham algum apreço pelas pessoas que vivem no chamado primeiro mundo. Tudo é apenas questão de método. Imagine se eles patrocinassem mortes em massa no centro da Europa ou nos Estados Unidos (1). Isso causaria dificuldades enormes na implantação de seus planos e talvez os tornassem, inclusive, inviáveis.

Assim, muito mais eficiente é lançar mão daquilo que eles têm disponível e que os capacitam a colocar em marcha o estabelecimento de uma nova ordem, sem que haja traumas tão grandes, nem grandes conflitos. Na verdade, hoje eles já conseguem fazer isso, tornando tudo quase praticamente imperceptível.

A Psicologia ofereceu, e continua desenvolvendo, técnicas de manipulação em massa que permitem alterar a consciência das pessoas, tornando-as, dessa forma, receptivas às mudanças culturais e sociais promovidas pela elite globalista. E vou um pouco além, eles têm conseguido fazer com que as pessoas não apenas aceitem, mas desejem e até requeiram essas mudanças.

A tecnologia ofereceu para eles os instrumentos necessários para atingirem seus intentos. Não é à toa que temos experimentado alterações violentas na forma de pensar das pessoas, em seus valores e naquilo que elas entendem como certo e errado. De forma natural tais mudanças seriam impossíveis. Apenas um grande trabalho de engenharia social seria capaz de causar modificações tão extremas na mentalidade da população.

Isso torna qualquer investigação sobre o assunto ainda mais difícil, e favorece, também, aqueles que acreditam que tudo isso é teoria da conspiração, a fortalecerem seus discursos. A existência de sociedades secretas, de documentos que comprovam as intenções desses grupos, a força política e financeira de um elite global, tudo isso é muito bem comprovado e está acessível a quem quer empreender um trabalho sério sobre o assunto. No entanto, a atuação desses grupos, por conta do que afirmei acima, é invisível, quase imperceptível.

Para os céticos, para quem apenas acredita naquilo que podem ver e perceber com evidência, tudo parece mera especulação, devaneios de conspiradores. No entanto, quem estuda o assunto com profundidade, que observa muito além das manifestações mais exteriores, vai encontrar algo que, à primeira vista, seria inconcebível, mas que, na verdade, é bem real. Vai se deparar com um mundo que está sendo conduzido, de formas diversas e em áreas distintas, por mãos ocultas, porém bem atuantes.

(1) É verdade que há especulações sobre a atuação da elite globalista em atentados em grandes centros, como o do World Trade Center, em 2001. No entanto, isso não está evidentemente comprovado.